LOTEAMENTOS NO INTERIOR DE SÃO PAULO

Diante das dificuldades em encontrar terrenos na capital, além do alto preço do produto, os loteamentos estão se expandindo para as regiões metropolitanas e para o Interior de São Paulo, que têm disponíveis diversas áreas.

 

As cidades do interior como Sorocaba, Cotia, Barueri, Jundiaí, Caieiras, entre outras, atraem os consumidores que buscam uma melhor qualidade de vida.

 

Essas cidades oferecem diversos tipos de loteamentos, desde os de alto padrão até os populares.

CONSTRUA O SEU PRÉDIO DE APARTAMENTOS

Você proprietário de imóvel ou terreno, acima de 2.000m², mesmo com problemas jurídicos, tem uma grande oportunidade de ser um grande empreendedor e obter lucros com a construção de empreendimentos imobiliários (prédio de apartamentos). Financiamento de até 100% da obra.

 

Prestamos consultoria e orientação para a construção do empreendimento, desde o requerimento junto a Prefeitura de Certidão de Uso e Ocupação do Solo, apresentação do projeto de construção, trâmites administrativos, extrajudiciais e judiciais do imóvel.

 

Providenciamos contato com incorporadoras, construtoras e agente financeiro, sendo possível o financiamento de 100% da obra.

Crescimento sustentável do mercado imobiliário

Existe uma relação causa-efeito no atual boom imobiliário brasileiro, sustentado essencialmente pela grande oferta de crédito - ainda que seja necessário o justo reconhecimento do bom momento econômico vivido pelo país, com conseqüente aumento da renda das famílias. Os reflexos do crescimento econômico, entretanto, são relativamente pequenos: o que de fato “sacode” o mercado é o dinheiro “fácil” oferecido pelos bancos. O crescimento de vendas de lançamentos é impressionante e em algumas regiões o ritmo de construção é alucinado, a ponto de faltar mão de obra ou insumos (ou os dois).

Além da satisfação de milhares de brasileiros com a compra da tão sonhada casa própria e do fortalecimento de um segmento de mercado importantíssimo para a geração de empregos no Brasil, resultados que merecem uma justa comemoração, já começam, infelizmente, aparecer efeitos negativos dessa correria.

 

Não dava para esperar outra coisa mesmo: o setor privado quer mais é vender e o estado, sobretudo na esfera municipal, quer mais é aparecer na foto, sem prejuízo para as benesses de uma maior  arrecadação de impostos, claro. Planejar e controlar o crescimento neste momento deve ser, no mínimo, uma lembrança incômoda.

Por um lado, empurra-se com a barriga um problema cada vez mais grave em quase todas as grandes cidades do país. A ocupação desordenada, ainda que homologada pelo poder público, indica uma queda na qualidade de vida das pessoas. São Paulo comemora o ritmo de mais de 2 lançamentos (verticais) por dia juntamente com recordes de congestionamento. Brasília, outrora um exemplo de planejamento, experimenta os efeitos negativos do tal “boom imobiliário”, tanto com relação à qualidade de vida de seus habitantes, no curto, médio e longo prazo (como a expectativa de colapso no abastecimento de água, entre vários outros problemas), quanto com relação aos custos de moradia, hoje um dos mais altos do país. Essas cidades, que fique claro, não são exceções: falta de planejamento urbano e crescimento desordenado são características comuns a quase todos os municípios do Brasil: exceções existem, mas a maioria porque ainda não entrou na mira do mercado imobiliário.

Por outro lado, um outro preocupante sub-produto desta festa é encarecimento dos imóveis, a começar pelos terrenos adquiridos para a construção dos lançamentos. Sem nenhum rubor, há regiões em que se fala de preços 200% mais caros do que os praticados em períodos inferiores a um ano. A migração de construtoras da região sul/sudeste para o nordeste, por exemplo, gerou uma incrível disparada nos preços dos terrenos em regiões próximas ao litoral.

Na mesma balada o preço do M2 construído bate um recorde atrás do outro. Valores outrora impraticáveis, como pagar um milhão de reais por um apartamento comum de 150 M2 (cerca de R$ 6.500/M2), hoje fazem parte do cotidiano dos que buscam um padrão de conforto “médio/alto” em algumas cidades do país. Se o cidadão compra é porque tem dinheiro, certo? Não necessariamente: cerca de 80% dessas compras são feitas através de financiamento imobiliário. Comprar é uma coisa, pagar é outra. Se o povo americano, que tem um histórico de consumo no mínimo mais consolidado do que o nosso, não se preocupou com essas distorções e provocou por lá uma bolha que hoje espalha seus efeitos negativos por todo o planeta, inclusive por aqui, o que dirá de nós, pobres tupiniquins, iniciantes nessa ciranda consumista.

E novos capítulos prometem ser mais emocionantes ainda. Brasileiros da classe “C” estão cada vez mais na mira de grandes construtoras e incorporadoras em todo o país. Se por um lado existe o aspecto positivo em atender uma parcela da população que historicamente sempre esteve à margem dos planos de marketing, por outro, a tendência é o relativo aumento do M2 construído (não em termos de custos, mas de venda, ou seja, lucro imediato). Existem vários exemplos no mercado: apartamentos “populares” com 50 M2 de área com preços “a partir” de R$ 150 mil não são nenhuma novidade.

A fórmula é relativamente simples: um pequeno valor de entrada (que pode ser o único patrimônio atual do pretendente) e o restante parcelado em 30 anos e “está feito o negócio”.

O problema é que há uma grande chance dessa bomba ir estourar lá na frente: qualquer tropeço na vida desses consumidores, seja de que classe for, pode representar uma grave ruptura nessa relação. Antigamente era comum as pessoas comprarem ágios, fazerem contratos de gaveta e assumirem o financiamento alheio. Aquele que inicialmente contraiu o financiamento “passava a bola” para o futuro “mutuário” e recuperava uma boa parte do que investiu. Não era tão traumático assim. Muitos até consideravam um bom investimento contrair um financiamento e depois repassar o ágio, com o lucro, inclusive, decorrente da valorização do imóvel.

Em tese isso continua sendo uma verdade... a menos que o preço de partida atual dos imóveis esteja muito acima da real capacidade do mercado... Se isto estiver acontecendo, e em muitos casos acredito que sim, como chamar de popular um imóvel que custa R$ 150 mil, estamos produzindo nossa própria bolha.

É como pensar em um “Plano B” para cada imóvel vendido através de financiamento imobiliário no país. Se o atual mutuário não conseguir pagar suas parcelas, alguém terá que assumir essa dívida (terá que pagar aquele preço). Isso vai acabar acontecendo, seja porque o primeiro comprador conseguiu convencer alguém a continuar pagando as prestações (uma tradicional relação de cessão de direitos) ou porque o banco lhe tomou o bem e o colocou à venda através de leilão. A dúvida é saber quantas pessoas estarão futuramente interessadas em pagar aquele preço. Nos Estado Unidos faltaram interessados e muitos imóveis “micaram” nas mãos dos bancos.

Diferente do que aconteceu lá, aqui ainda precisamos ter em mente que a falta de planejamento urbano é uma conta a ser paga. Invariavelmente e em termos reais: o seu patrimônio vai valer mais ou menos em função das práticas neste quesito. Falta de planejamento associada com bolha nos preços pode ser uma combinação com resultados bastante desagradáveis.

CONDOMÍNIOS EM TERRAS PRÓXIMAS À ZONA URBANA

Com o crescimento das cidades, construtoras compram fazendas, próximas a zona urbana, para a construção de condomínios e bairros.

As terras são adquiridas por metro quadrado e não por hectares, o que rende lucros ao proprietário da terra, pois o valor do metro quadrado vale muito mais.

 

De acordo com Arthur Matarazzo, diretor da Agra Loteamentos, a tendência é oferecer empreendimentos para as classes baixa e média, com trechos comerciais e residenciais.

 

Aliás, nem toda cidade quer ser verticalizada, assim, é importante mesclar os empreendimentos, entre condomínios e bairros.

O síndico pode se recusar a convocar a Assembléia do Condomínio?

Nos termos do artigo 1.350 do Código Civil, é obrigação do Síndico convocar anualmente a Assembléia de condôminos, a fim de deliberar, dentre outras matérias, a prestação de contas, o orçamento das despesas, a contribuição dos condôminos e a eleição dos membros da administração interna do condomínio.

Existe uma limitação com a quantidade de procurações dos condôminos para terceiros participarem da Assembléia?

O Código Civil não impõe limitação quanto ao número de procurações a serem utilizadas nas assembléias. Existe um projeto de lei visando limitá-lo a três procurações por pessoa, porém o mesmo ainda não foi aprovado.

Se o único candidato à Síndico não for aceito em Assembléia pelos presentes, é possível elege-lo mesmo assim?

O Síndico deve ser eleito em assembléia específica. Não havendo concordância dos presentes com a única candidatura apresentada, o item deverá ser suspenso e discutido em nova assembléia.

FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS NO PRIMEIRO SEMESTRE

De acordo com dados divulgados pela ABECIP - Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, o financiamento de imóveis com recursos da poupança chegou a R$ 12,93 bilhões, um crescimento de 86,7%, em relação ao mesmo período de 2007.                      

No mês de junho, os empréstimos contratados atingiram R$ 3,2 bilhões, recorde mensal.

 

De acordo com o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, a expectativa de imóveis financiados deve ser superior a marca máxima de 27 anos atrás.

 

No primeiro semestre foram financiados 128,4 mil unidades.

Sustentabilidade é tema de mostra de decoração em Londrina
Haus Innen MDI realiza 12ª edição destacando a utilização de produtos e acabamentos sustentáveis.

21/07/08 - Sustentabilidade é o tema da 12ª Haus Innen MDI - Exposição de Interiores e Decoração de Londrina, que acontece de 21 de julho a 11 de agosto, na avenida Maringá, região central da cidade.

É a primeira vez que a mostra tem um tema para conduzir os projetos dos profissionais. A organização convidou 29 arquitetos e decoradores a exercitarem sua criatividade com o tema central da exposição e, por conta disso, todos os ambientes utilizam, obrigatoriamente, produtos e acabamentos sustentáveis.

Ao todo, a Mostra deste ano apresenta 23 ambientes, numa casa de 800 metros quadrados, construída na década de 70 em estilo neocolonial, com ares de vila italiana.

Serviço:
12ª Haus Innen MDI
Data: De 21 de julho a 11 de agosto de 2008
Horário: 2ª a 6ª feira, das 16h às 22h. Sábados e domingos, das 14h às 22h
Local: Avenida Maringá, 1.594 - Centro - Londrina/PR

Agora é lei: dívidas de aluguel e condomínio podem ser protestadas em SP
Credores não pagarão para protestar dívidas; devedores, porém, terão que pagar taxas ao cartório.

23/07/08 - A Lei nº.13.160, que determina que as dívidas de condôminos e inquilinos inadimplentes possam ser levadas a protestos nos cartórios do Estado de São Paulo, foi sancionada pelo governador José Serra e passou a valer a partir de 22 de julho de 2008, data de sua publicação no Diário Oficial. Isso significa que os devedores de condomínio ou aluguel podem agora ter seus nomes inscritos em instituições de proteção ao crédito, ficando com o nome sujo até saldarem a dívida.

A expectativa é que, com a lei, os processos de cobrança se resolvam mais rapidamente. Até então, a forma de cobrança de tais dívidas só era possível através de ação judicial e, durante o tempo de tramitação da ação, os outros condôminos acabavam prejudicados, tendo que arcar com o rateio da cota condominial não paga. Já no caso de não pagamento do aluguel, o único caminho para o proprietário do imóvel era o ajuizamento de ação de despejo e, até a decretação do despejo pelo juiz, o proprietário arcava integralmente com o prejuízo pelo não recebimento do aluguel apesar da permanência do devedor no imóvel, sem que pudesse tomar nenhuma outra medida.

Agora, espera-se que, para não ser protestado e ter o seu nome inscrito nas instituições de proteção ao crédito, o devedor buscará saldar a dívida ou mesmo renegociá-la.

Os cartórios não cobrarão para protestar dívidas, assim, os credores não terão gasto nenhum. O devedor, porém, ainda terá de pagar taxas ao cartório para limpar o nome, que variam de acordo com o montante do débito.

O presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), José Roberto Graiche, orienta os condomínios a tentarem negociar o débito por pelo menos três meses. Caso o pagamento não seja feito nesse período, o credor, então, deverá recorrer ao cartório. "Essa lei tem de ser usada com cuidado. A negociação ainda costuma ser a melhor saída", recomenda.

COMO MANTER LIMPO O PISO DE VINIL.

O piso de vinil autobrilhante é um dos pisos mais fáceis de cuidar. Segue algumas dicas de como mantê-lo limpo:

 

- Para limpar as machas, utilize uma esponja embebida com detergente de máquina de lavar louças;

 

- Para tirar as manchas de sapato, utilize uma esponja sintética;

 

- Ao lavar o chão, utilize uma solução de limpeza multiuso, mas cuidado, antes de usar teste-o em um canto, para se certificar que não irá manchar o piso;

 

- Não jogue água e nem esfregue o piso, pois a água pode entrar nas restas e soltar a cola que o prende;

 

- Se o piso estiver formando uma película, passe o esfregão, utilizando água com um copo de vinagre branco, o chão voltará a brilhar;

 

- Para os pisos que precisam ser encerados use limpador multiuso dissolvido em água e enxágüe. Após o chão secar, aplique duas camadas finas de cera, entre uma camada e outra, deixe-a secar.

PREFEITURA REGULAMENTA LEI QUE OBRIGA INSTALAÇÃO DE AQUECIMENTO SOLAR

Normas para a instalação de sistema de aquecimento de água por energia solar nas novas edificações do município de São Paulo estão detalhadas na regulamentação da Lei nº 14.459, em decreto nº 49.148, publicado na edição do dia 23/01/2008 no Diário Oficial da Cidade. Em todas as novas edificações, residenciais ou não, deverá ser instalado ou preparado Sistema de Aquecimento Solar (SAS), composto por coletor solar, reservatório térmico, aquecimento auxiliar, acessórios e interligações hidráulicas que funcionam por circulação natural ou forçada.

O sistema deverá atender pelo menos 40% da demanda anual de água aquecida necessária para o abastecimento dos usuários.
Nos imóveis com até três banheiros a lei determina que seja preparada a infra-estrutura para a futura instalação do sistema. Nos imóveis com quatro banheiros ou mais o sistema de aquecimento solar deverá obrigatoriamente ser instalado. A medida também determina que todos os imóveis novos ou antigos, de uso residencial ou não, que utilizem piscina aquecida devem ter aquecimento por sistema solar.

As normas serão aplicadas aos projetos de novas edificações protocolados a partir de 180 dias da data desta regulamentação, de forma que aqueles que já estiverem em andamento possam se adequar às medidas exigidas.

Apenas estão desobrigados do cumprimento da lei os imóveis em que for comprovada a impossibilidade de implantação do sistema de captação de energia solar.

Entre os critérios técnicos que permitem a exceção à regra está o sombreamento do local de implantação dos coletores solares por edificações ou por obstáculos externos existentes fora da edificação, e/ou sombreamento natural, considerado o período de maior incidência de raios solares sobre a área.

Os imóveis de uso não residencial que devem cumprir as determinações se enquadram nas atividades de comércio, prestação de serviços públicos e privados e industriais das seguintes categorias:

I - hotéis, motéis e similares;
II - clubes esportivos, casas de banho e sauna, academias de ginástica e lutas marciais, escolas de esportes e estabelecimentos de locação de quadras esportivas;
III-clínicas de estética, institutos de beleza, cabeleireiros e similares;
IV-hospitais, unidades de saúde com leitos e casas de repouso;
V-escolas, creches, abrigos, asilos e albergues;
VI – quartéis;
VII - indústrias, se a atividade setorial específica demandar água aquecida no processo de industrialização ou, ainda, quando disponibilizar vestiários para seus funcionários
VIII - lavanderias industriais, de prestação de serviço ou coletivas, em edificações de qualquer uso, que utilizem em seu processo água aquecida;

A Prefeitura deverá editar, dentro de 180 dias, decreto específico que definirá normas para captação de energia solar nas novas edificações destinadas às Habitações de Interesse Social (HIS).

Energia solar

É abundante, permanente e renovável. É solução eficaz para áreas afastadas e não eletrificadas, por ser renovável.

É importante na preservação do meio ambiente por não ser poluente e não precisar de turbinas ou geradores para produzir energia elétrica. Não afeta, portanto, o clima global, por não emitir gases responsáveis pelo efeito estufa.

Os aquecedores solares de água substituem a hidroeletricidade e os combustíveis fósseis e não emitem gases tóxicos. Cada aquecedor instalado reduz os danos associados às fontes de energia convencionais e evita a queima de combustível usado em outros sistemas. Para cada metro quadrado de coletor solar instalado, evita-se a inundação de 56 m² de terras férteis destinadas à construção de usinas hidrelétricas.

A RELAÇÃO DO CORRETOR COM OS CLIENTES E A INTERNET.

Devido aos avanços da tecnologia, atualmente, as pessoas podem até comprar imóveis pela Internet. No entanto, essa nova tecnologia não é uma ameaça para os bons corretores.

Atualmente existe uma ploriferação de sites de compra e venda na Internet, mas o corretor de imóveis tem um diferencial, não é apenas um vendedor de produtos, mas é um prestador de serviços, alimentador e realizador de sonhos, que vende dias mais felizes.

A prestação de serviços envolve gente especializada, capaz de ouvir e compreender as necessidades, e, só a partir dessa análise sugerir soluções que se enquadrem no perfil do cliente. O trabalho do corretor é encontrar o que o cliente procura.

A Internet apenas aproxima o cliente do corretor, fornecendo um conhecimento prévio. Aliás, através das consultas “on line”, na maioria das vezes, existe na outra ponta um corretor.

O corretor de imóveis, deverá ter um diferencial ao apresentar as características do imóvel ao cliente. Não deverá ser apenas um mero apresentador, informando os cômodos da casa, mas, deverá intermediar o negócio, ouvir as pretensões do cliente, e após, oferecer as opções de imóveis que supram as necessidades do comprador.

Um outro detalhe que o corretor deve se ater é relativo ao atendimento, ofereça várias opções ao seu cliente para que entre em contato, como telefone, e-mail, fax, entre outros. Facilite a vida do cliente, deixe que ele escolha a melhor opção para contato. É importante que a equipe de trabalho, esteja preparada à tecnologia para atender as solicitações de forma rápida, efetiva e a altura da expectativa do cliente.

O avanço da tecnologia, não prejudica os corretores de imóveis, pelo contrário, contribui para o desenvolvimento do seu trabalho. No entanto, o mercado de trabalho está cada dia mais exigente e o corretor deverá se adaptar, para apresentar um diferencial e obter sucesso em suas negociações.

MERCADO IMOBILIÁRIO: CRESCE PROCURA POR PROFISSIONAIS

Cresce a procura por corretores de imóveis, tendo em vista o crescimento do mercado imobiliário.

De acordo com o presidente do Secovi-SP – Sindicato da Habitação, neste ano a expectativa é que haja um crescimento de 15% a 20% no setor.

Em 2007, 5 mil profissionais solicitaram junto ao Creci-SP – Conselho Regional de
Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo, o registro de corretor de imóvel.

O salário médio do corretor de imóveis é de aproximadamente R$ 1.700,00. No entanto, nas regiões metropolitanas, este valor sobe para R$ 13.000,00 e alguns profissionais ganham até R$ 100.000,00.

Para ser corretor de imóvel, o interessado precisa apenas de um curso técnico ou profissionalizante em “transações imobiliárias”, que também pode ser realizado a distância.

Após a conclusão do curso, o interessado deverá comparecer no CRECi solicitar uma certidão e requerer a inscrição no Conselho.

Só no início de 2008, já foram inscritos mil corretores de imóveis, conforme afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.

LEILÃO: ALGUNS CUIDADOS NA COMPRA DO IMÓVEL.

O preço dos imóveis adquiridos em leilão, geralmente ficam bem abaixo do valor do mercado, no entanto, o interessado deve tomar alguns cuidados ao adquirir os imóveis:

 

- Conheça o imóvel;

 

- Verifique o estado de conservação e a localização do imóvel;

 

- Informe se o imóvel está desocupado, pois caso esteja ocupado, o comprador é responsável pela desocupação do imóvel. Caso o ocupante não saia amigavelmente, deverá ser proposta ação judicial;

 

- Analise a documentação fornecida pelos organizadores, é aconselhável solicitar a ajuda de um advogado;

 

- Solicite certidão dos últimos 20 anos no Cartório de Registro de Imóveis;

 

- Verifique existência de débitos relativo ao imóvel, como IPTU, Condomínio;

 

- Verifique se a avaliação do imóvel é compatível com o valor de mercado;

 

Tomando essas precauções faça um bom negócio!

INSS VENDERÁ 3.500 IMÓVEIS

A Previdência Social possui cerca 3.500 imóveis, que foram adquiridos para pagamentos de dívidas. No entanto, referidos imóveis não tem utilidades para o órgão. Diante disso, esses imóveis serão levados à venda.

 

Em 2007, o INSS – Instituto Nacional do Seguro Social, arrecadou R$ 5,3 milhões de reais a título de aluguéis, no entanto, teve uma despesa de R$ 3,5 milhões com limpeza, vigilância, manutenção e conservação.

 

A maior parte desses imóveis estão na cidade do Rio de Janeiro, com 1.379 imóveis. Já na cidade de São Paulo, há cerca de 80 edifícios, 120 terrenos e 60 salas comerciais.

 

A Caixa Econômica Federal – CEF, foi contratada pelo INSS, para regularizar e mapear a situação dos bens, avaliando-os, para posteriormente, iniciar um processo de venda.

 

A princípio os imóveis serão colocados à venda, caso não sejam vendidos, serão levados à leilão.
Depois do Lançamentos, agora é a vez dos imóveis usados

Unico segmento da indústria imobiliária que não vive o crescimento eufórico iniciado há cerca de dois anos, o mercado de imóveis usados começa a atrair uma atenção até agora inédita entre imobiliárias e agentes financeiros. Ainda este ano a Lopes e a BR Brokers, duas das maiores imobiliárias do país e as únicas com o capital aberto na Bovespa, lançarão empresas novas ou divisões específicas para atuar nesse segmento. Ambas querem atacar a escassez de crédito ao segmento, principal razão que faz com que as vendas de usados registrem queda em tempos em que a expressão boom imobiliário se tornou quase um lugar comum no mercado.

 Ao contrário dos apartamentos e casas vendidos na planta pelas capitalizadas incorporadoras, os imóveis usados não gozam da mesma facilidade oferecida pelas instituições bancárias, que agora brigam para oferecer financiamento a quem decide adquirir uma casa nova. Levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP) mostra que apenas 32% de todos os imóveis usados vendidos em São Paulo em 2007 receberam algum recurso proveniente de financiamento bancário. Mais de 60% dos negócios foram feitos à vista. "Fica evidente que o crédito disponível é insuficiente para que o mercado de imóveis usados tenha um crescimento consistente e contínuo", afirma José Augusto Viana, presidente do Creci-SP, na análise do ano feita pelo Conselho.

A Lopes está mais adiantada nesse processo. No final do ano passado fechou um acordo milionário com o Itaú para ter o banco como financiador exclusivo de todas as vendas de usados. Para ter esse direito, o banco pagou mais de R$ 2200 milhões à imobiliária e pode pagar outro tanto se as metas definidas pelo banco forem atingidas. O acordo é inédito na história da indústria imobiliária.

Dentro de três meses a Lopes e o Itaú lançam uma nova empresa dedicada exclusivamente a conceder crédito para quem pretende comprar imóveis usados. "Queremos que seja tão simples e fácil comprar um apartamento usado quanto hoje é comprar um imóvel na planta", diz Tomás Salles, diretor de novos negócios da imobiliária. Lopes e Itaú estão investindo R$ 28 milhões na empreitada. Uma parte considerável dos recursos será investido no marketing da nova companhia, ainda sem nome definido. "Será uma campanha inédita, de grande veiculação em todo o país".

A nova empresa ficará responsável por todo o processo burocrático de análise de crédito, avaliação do imóvel e liberação dos recursos. Hoje, além de toda a burocracia, não se consegue a aprovação do crédito para um imóvel usado em menos de 30 dias. E mais: o nível de poupança do comprador do usado precisa ser infinitamente maior do que daquele que pretende adquirir um imóvel novo. "O mercado de usados está abandonado, vamos organizar o segmento e levar crédito a ele", diz Salles.

A BR Brokers, principal concorrente da Lopes, planeja fazer exatamente o mesmo. A companhia está em fase final de negociações com alguns bancos e pretende lançar sua promotora de crédito voltada exclusivamente para os imóveis usados até o fim deste ano. "Esse mercado é muito maior do que o dos imóveis novos e vamos oferecer uma solução para a questão do crédito", afirma Júlio Piña, vice-presidente de operações da companhia que, assim como a Lopes, abriu seu capital no ano passado. Piña não revela os detalhes da negociação, mas o mercado dá como certo de que a imobiliária fechará uma parceria com o Santander.

Se as duas principais empresas do setor conseguirem, de fato, tornar o acesso ao crédito imobiliário aos de imóveis usados tão simples e rápido quando para as casas e apartamentos na planta provavelmente haverá uma mudança radical nesse segmento. Acredita-se que o mercado secundário, como são conhecidos os usados no jargão do setor, seja no mínimo três vezes maior do que o de imóveis novos. No entanto, esse segmento registrou queda de 4% no ano passado, quando as construtoras ampliaram suas vendas em mais de 100%. Não é sem razão que o Itaú está disposto à pagar à Lopes quase meio bilhão de reais para ser seu parceiro exclusivo no segmento.

O apetite do banco dá uma idéia do potencial desse mercado. De acordo com o vice-presidente de comercialização e marketing do Secovi-SP, Élbio Fernandez Mera, há uma demanda reprimida imensa por esses imóveis, que não consegue ser atendida. O próprio Secovi está organizando uma rede integrada de imobiliárias para conseguir aquecer o segmento, mas sem, até agora, ter nenhuma sinalização de que conseguirá resolver a questão do crédito. "Há pelo menos 100 mil imóveis à venda em São Paulo, mas os negócios, em geral, são de pequeno valor".

Os dados do Creci confirmam a estimativa de Mera. Cerca de 50% de todas as vendas realizadas na cidade em 2007 tiveram valor de até R$ 100 mil. Os negócios com valores superiores a R$ 200 mil representaram apenas 12,21% do total. Entre os novos, em contrapartida, o preço médio na cidade de São Paulo gira em torno dos R$ 300 mil. E estima-se que mais de 30 mil imóveis ainda na planta foram vendidos na capital paulista no ano passado. Tudo por conta do crédito farto.

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